Tag Archive: fado

O Fadista Alfredo Marceneiro faria hoje 125 anos

25 de Fevereiro 1891 Alfredo Rodrigo Duarte, que ficou conhecido por Alfredo Marceneiro, dada a sua profissão, nasceu em Lisboa, no dia 29 de Fevereiro de 1888, embora o seu bilhete de identidade referisse… Continue reading

“ Barco Negro““ – Amália Rodrigues

30 de Dezembro 1957  

“Ó Gente da minha Terra” – Mariza

4 de Dezembro 2001 É meu e vosso este fado Destino que nos amarra Por mais que seja negado Às cordas de uma guitarra Sempre que se ouve um gemido Numa guitarra a… Continue reading

“Ó tempo volta para trás“ – António Mourão

1 de Setembro 1965 Com o nome artístico de António Mourão, António Manuel Dias Pequerrucho, (Montijo, 5 de Junho de 1935 – Lisboa, 19 de Outubro de 2013) foi um fadista Português. O autor do conhecido tema “Ó tempo volta… Continue reading

Tony de Matos – “Só nós Dois “

11 de Junho 1962 Só nós dois é que sabemos Quanto nos queremos bem Só nós dois é que sabemos Só nós dois e mais ninguém Só nós dois avaliamos Este amor forte… Continue reading

Carlos Do Carmo – Por Morrer Uma Andorinha

8 de Junho 1970 Se deixaste de ser minha Não deixei de ser quem era Por morrer uma andorinha Não acaba a primavera Como vês não estou mudado E nem sequer descontente Conservo… Continue reading

Luiz Goes – Homem Só Meu Irmão

12 de Maio 1969 Tu, a quem a vida pouco deu, que deste o nada que foi teu em gestos desmedidos… Tu, a quem ninguém estendeu a mão e mendigas o pão dos… Continue reading

Carlos Paredes – Verdes anos

30 de  Março  1992 Foi um dos grandes guitarristas e é um símbolo ímpar da cultura portuguesa. É um dos principais responsáveis pela divulgação e popularidade da guitarra Portuguesa e grande compositor. Carlos Paredes é um guitarrista que… Continue reading

Amália Rodrigues – Com Que Voz

17 de  Março  1970 Com que voz chorarei meu triste fado, que em tão dura paixão me sepultou. que mor não seja a dor que me deixou o tempo, de meu bem desenganado.… Continue reading

Amália Rodrigues- Povo que lavas no rio

11 de Fevereiro de 1963 Povo que lavas no rio Que talhas com o teu machado As tábuas do meu caixão Pode haver quem te defenda Quem compre o teu chão sagrado Mas… Continue reading