Em 1943 nascia o cantor Adamo

1 de Novembro 1943

Salvatore Adamo, um dos nomes de maior sucesso da música francesa é, na verdade, italiano. Emigrou para a Bélgica com os pais, ainda criança. Adamo adoptou a língua francesa na sua carreira. Tornou-se um dos cantores de maior sucesso comercial na Europa.
Durante os anos 60, colocou várias canções no topo da parada europeia. Vendeu mais de 80 milhões de discos.

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Salvatore nasceu em Comiso (Italia) em 1 de Novembro de 1943, em uma família pobre com 6 filhos. Estudou numa escola religiosa de educação rígida. O sonho dos seus pais era oferecer-lhe um futuro glorioso. Aluno consciencioso e solitário, Adamo revelou um grande dom para o canto.

Quando adolescente, Salvatore participou num concurso radiofónico em que ganhou o 1º prémio. Ao mesmo tempo gravou o 1º disco, sem sucesso. Desanimado pensou retomar os estudos. Seguindo o conselho do pai, António, um velho mineiro, Adamo tomou o caminho da capital para tentar a sua sorte. Sustentado pelo pai bateu sem cessar às portas das editoras e assinou por fim um contrato.

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Em 1963, lançou “Sans toi, ma mie”, seu primeiro sucesso, seguido de “Tombe la neige”, “Vous permettez,
Monsieur”, “Les filles du bord de mer”, “Mes mains sur tes hanches”, “La nuit”…
Cantor popular por Excelência, Adamo seduziu o público
da França e logo ganhou popularidade em outros países.
Ele foi idolatrado no Japão e os seus concertos tinham
milhares de espectadores em todos os países do mundo.
Artista emérito e trabalhador esforçado, Adamo não poupou esforços, e passou o essencial do seu tempo nas estradas, entre dois concertos.
Restabelecido de um grave enfarte que teve em 1984, Adamo publicou, em 1992, “Rêveur de fonds”, um novo álbum que foi objeto de críticas elogiosas.
Confortado por esta popularidade reencontrada, lançou em 1994, “C’est ma vie”, um disco ao vivo, recordação de uma série de concertos no Casino de Paris e título do seu disco de 1975.
Em 1995, editou “La vie comme elle passe”, um álbum introspectivo, muito intimista, seguido, em 1998, de “Regards”.

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