Ricardo Araújo Pereira está de Parabéns !

28 de Abril 1974

Filho de um piloto da TAP, e de uma Assistente de bordo, foi aluno de um colégios de freiras até se licenciar em Comunicação Social e Cultural, na Universidade Católica Portuguesa. Seguiu-se o trabalho como Jornalista, na redacção do Jornal de Letras , Artes e Ideias.

De seguida tornou-se argumentista da agência de criadores Produções Ficticias, tendo sido co-autor de vários programas de sucesso do humor português, entre eles Herman 98 e Herman 99 ,Herman SIC , O Programa da Maria , Hermandifusão Portuguesa ,as crónicas Felizes para Sempre, no semanário Expresso e As Crónicas de José Estebes, no Diário de Noticias, entre outros.,

Por volta de 2003, depois das primeiras aparições na televisão, designadamente no programa de humor stand-up comedyLevanta-te e ri, na SIC, e criando, já ao lado de Zé Diogo Quintela, Tiago Dores e Miguel Góis, várias rubricas no programa de Nuno Markl,” O Perfeito anormal “, na SIC Radical, dá arranque ao projecto Gato Fedorento, cujo colectivo se tornou uma referência do humor português contemporâneo.

A equipa assinou várias séries do programa Gato Fedorento, na SIC  e depois na RTP1 .Também na RTP1 apresentou ”Diz Que é Uma Espécie de Magazine” em 2007, para de seguida voltar à SIC, com Zé Carlos, em 2008, e Gato Fedorento: esmiúça os sufrágios, em 2009.

Escreveu semanalmente no jornal  A Bola , escrevendo actualmente na revista Visão.  Na TSF, depois na TVI24, integra o painel do debate ”Governo Sombra”. Protagoniza ainda a rubrica “Mixórdia de Temáticas” na Rádio Comercial.

As personagens de Ricardo Araújo Pereira, que encontram eco na actualidade política, desportiva ou social, destacam-se pelos tiques que «saltam» para a rua e são absorvidos em regime multi-geracional, alimentando campanhas publicitárias de sucesso.

É co-autor do livro O Futebol é Isto Mesmo (ou então é outra coisa completamente diferente) e do disco O disco do Benfiquista, naturalmente. Compilou as suas melhores crónicas da revista Visão nos livros Boca do Inferno e Novas Crónicas da Boca do Inferno. Com Pedro Mexia realizou uma adaptação da peça de teatro Como Fazer Coisas com Palavras, do filósofo inglês John Austin, que também interpretou, no Teatro S. Luís , em 2008

É casado com Maria José Areias, de quem tem duas filhas, Rita Areias de Araújo Pereira e Maria Inês Areias de Araújo Pereira.

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